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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

ALEITAMENTO MATERNO



Um recente estudo canadiano vem revelar que o aleitamento materno prolongado favorece o desenvolvimento cognitivo e a inteligência das crianças. A notícia não é nova. Já em 1999 o American Journal of Clinical Nutrition publicava que o QI (quociente de inteligência) de  bebés amamentados é de 3 a 5 pontos mais elevado do que os alimentados com leite sintético. Outros estudos estabeleceram já uma relação entre o aleitamento materno e o desenvolvimento cerebral, mas estes recentes trabalhos, dirigidos por Michael Kramer, da Universidade McGill de Montreal, e a sua equipa, constituem o maior estudo alguma vez realizado numa amostra aleatória, tendo incidido sobre uma amostra de 14 mil crianças na Bielorrússia.
O estudo conclui que o aleitamento materno produz uma subida do quociente intelectual das crianças e uma melhoria do seu rendimento escolar, segundo informou a universidade McGill em comunicado. «O nosso estudo constitui a maior prova até hoje de que um aleitamento materno prolongado e exclusivo torna as crianças mais inteligentes» afirmou Kramet, professor de pediatria, epidemiologia e bioestatística na Faculdade de Medicina da Universidade McGill.

O que me parece mais importante neste estudo é que ele venha, mais uma vez, reforçar e alertar para a importância do aleitamento materno. Na verdade, o leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó) e contém todas as proteínas, açúcares, gordura, vitaminas e água que o bebé necessita para ser saudável. Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos, fundamentais para o fortalecimento do sistema imunitário da criança. É por isso que o leite materno protege o bebé de certas doenças e infecções. Tem ainda um importantíssimo ácido gordo do tipo Ómega 3, o DHA (ácido docosahexaenóico), fundamental para o desenvolvimento da retina (prevenção da miopia) e do sistema nervoso central do lactante.

 

 

Entre outras vantagens, o aleitamento materno protege as crianças de otites, alergias, vómitos, pneumonias, meningites, ... Além disso melhora o desenvolvimento mental e cognitivo do bebé, é mais facilmente digerido e o acto de mamar melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes. Este acto promove também a criação do vínculo materno, importante estímulo para as futuras relações sociais da criança.

Por fim, o aleitamento também tem vantagens para a mãe aumentando a sua confiança e diminuindo a ansiedade, ajudando a retomar o peso normal (permite queimar calorias), a diminuir a perda de sangue pós-parto e o retorno do útero ao tamanho normal. Parece também ser uma protecção contra o cancro da mama e do ovário e contra a osteoporose.

Além disso, o leite artificial é geralmente feito a partir de leite de vaca, o que aumenta o risco de alergia da criança a este leite. Estas crianças parecem também apresentar maior risco de apresentarem diabetes tipo 1 (insulino-dependente).

As recomendações da OMS são que as crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade. A partir dessa idade devem começar os alimentos complementares (sopas, papas, ...) e continuar com o leite materno até cerca dos 2 anos.

Existe um site dedicado ao aleitamento materno em português: http://www.aleitamento.com

 


publicado por Dreamfinder às 09:43

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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

DIA MUNDIAL DA ASMA



A asma é uma doença inflamatória crónica que se caracteriza por uma obstrução ao fluxo de ar nas vias respiratórias causada por um aumento da reactividade brônquica e consequente estreitamento reversível dos brônquios.
Estima-se que existam cerca de 600 mil asmáticos em Portugal. Afecta muitos milhões de pessoas em todo o mundo e a sua frequência tem vindo a aumentar nos últimos anos. Entre 1982 e 1992, nos países desenvolvidos, o número de pessoas com asma aumentou 42 %.
É uma patologia que tem grande incidência nas crianças, sendo que se calcula que 1 em cada 7 crianças sofre de asma no nosso país. Na maioria dos pacientes em idade pediátrica, a doença inicia-se precocemente (antes dos 5 anos de idade) e é das patologias mais subestimadas e subdiagnosticadas.



Certos estímulos não patológicos para indivíduos normais vão promover uma resposta inflamatória ao atingir os brônquios de indivíduos asmáticos. Entre os factores que estimulam esta reacção encontram-se alguns alergénios, como o pólen, os ácaros presentes no pó da casa, as escamas do pêlo dos animais, etc. Também pode ser despoletada pelo fumo, o ar frio, o exercício físico, o stress e a ansiedade.
Durante uma reacção asmática, ocorre a produção de histamina e leucotrienos pelos mastócitos, o que resulta na contracção involuntária da musculatura lisa dos brônquios, na inflamação dos tecidos que revestem as vias aéreas, com consequente aumento da secreção de muco, e na migração de leucócitos. Tudo isto contribui para a broncoconstrição e conduz a um esforço acrescido no acto de inspirar e expirar do paciente.




Os primeiros sintomas indicadores de uma crise asmática são, geralmente, a tosse, dispneia e opressão no peito. Esta reacção pode durar poucos minutos ou bastante tempo. Em casos mais graves, a falta de oxigénio no sangue traduz-se por confusão, sonolência e cianose (cor azulada da pele), revelando-se fundamental uma intervenção urgente.



O diagnóstico da asma pode ser confirmado através de espirometria e é particularmente importante que seja precoce, sobretudo, na idade pediátrica tendo em conta as inúmeras implicações nas actividades físicas e escolares que a doença provoca.
A prevenção é mais fácil após a identificação do elemento desencadeante das crises e é feita, geralmente, através de fármacos anti-inflamatórios. Os ataques agudos são controlados através de broncodilatadores administrados por inalação (aerossóis e nebulizadores), via oral ou injecção. O primeiro método de administração é mais directo, já que é logo aplicado nas vias respiratórias, mas pode não alcançar as vias quando estas estão muito obstruídas, recorrendo-se então aos outros dois, mais lentos e com maior tendência a desenvolver efeitos secundários. Entre os fármacos utilizados encontram-se os agonistas dos receptores beta-adrenérgicos e a teofilina. Os corticosteróides também são utilizados para diminuir a resposta inflamatória e, assim, aliviar a sintomatologia destas crises.
Também nesta área, a Medicina tem feito inúmeros progressos, dos quais são exemplo a última geração de fármacos para controlo de asma: os modificadores de leucotrienos, tais como montelucaste, zafirlukast e zileuton. Estes previnem a acção ou a síntese de leucotrienos.


Por fim, os pacientes asmáticos devem fazer várias refeições pequenas ao dia e ter o cuidado de incluir certos nutrientes como as vitamina A, C, B6 e o zinco na alimentação. Tornam-se assim fundamentais certos alimentos como a laranja, kiwi, tomate, hortaliças e bróculos, entre outros.
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publicado por Dreamfinder às 14:30

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